
Ontem e hoje, 20 e 21 de outubro de 2010, a campanha eleitoral para presidente da república chegou a níveis que nem em eleição de clube de várzea chega. É uma verdadeira avacalhação.
Pra tudo na vida é preciso experiência e competência, até para ser oposição. Antigamente o PT fazia campanha eleitoral direcionando a maior parte do trabalho e do tempo pra denunciar os esquemas de corrupção dos partidos da situação e os erros cometidos por eles. O raciocínio do PT na época batia exatamente com o que eu penso até hoje, porque se você mostra que quem está no poder só age em causa própria, o povo tenderia a querer trocar, mas por incrível que possa parecer, o povo não gosta desse tipo de atitude.
Nesta eleição, o PSDB comendo poeira nas pesquisas desde que a Dilma assumiu a liderança, resolveu ser o PT de antes, e a partir do início do horário eleitoral passaram a atacar, denunciar e criar assuntos polêmicos contra os adversários, mas erraram a mão, se perderam, caíram no ridículo e no mau-caratismo. Apoiados por parte da imprensa elitista e corporativista pela classe alta e a classe média. Esta que ganha salário, mas gosta de viver como se fossem ricos e votam como ricos, e que eu chamo de “falsa elite”, eles odeiam o PT mesmo que tenham melhorado de vida durante o governo Lula.
O Duda Mendonça, marqueteiro antigo de políticos, lutou muito pra conseguir pôr na cabeça do Lula que resistiu, mas acatou, que atacar adversários, os faz perder votos, mas não faz quem ataca os ganhar e coincidência ou não desde que ele mudou para a versão que ele nomeou “Lulinha da Paz”, não perdeu mais.
Time que está ganhando não se mexe, e o Lula passou essa estratégia pra Dilma, de ser calma, controlada, responder com elogios aos insultos. Mas eles não contavam que o PSDB desesperado em ver que vão comer na mão do PT mais 4 ou 8 anos, descambaram a atacar a Dilma por todos os lados com as mais escabrosas denuncias e também com fatos verídicos.
O PT se manteve na moita, esperando o mesmo efeito de antes, o PSDB só ataca, logo vão tomar uma piaba no primeiro turno, mas o inesperado foi que a classe média consumidora de vários meios de comunicação, principalmente da internet, abraçou a causa, bem como a imprensa podre como a Veja, Exame, Folha de São Paulo e Estadão que seguiram publicando os ataque e notícias parciais contra a Dilma. Como a tática do PT era de deixarem atacar e não defender, o povo começou a assimilar tudo como verdade, quem cala consente, e a eleição ganhou um segundo turno.
A primeiro momento as medidas do PSDB deram resultados, o que eles não esperavam é que os votos que a Dilma perdeu migraram para Marina Silva e não pro Serra, que conseguiu pífios 32% dos votos contra 47% da Dilma. O segundo turno para os tucanos seria uma guerra, precisavam de 18% enquanto o PT somente 3%. Qual a única tática que sobrou? Ataques !!!
O PSDB escolheu o caminho da sordidez, passou a falar só de aborto e religião, das ligações políticas da Dilma com a Erenice e José Dirceu e das denuncias da quebra de sigilo fiscal de pessoas da família do Serra, que começou a subir nas pesquisas. Mas no primeiro debate a Dilma surpreendeu, mudou sua postura, mostrou ser a Dilma que todos esperavam, guerreira que não tem medo de cara feia e jogou no colo do Serra a bomba do Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, da Dersa e Rodoanel, dali em diante ela e o PT passaram a revidar ataques e retrucar com outras denuncias.
Foi então que o Serra em uma caminhada tumultuada pelos militantes dos dois partidos, é atingido por objetos atirados contra ele, primeiro uma inofensiva bolinha de papel e depois o não menos inofensivo rolo de fita adesiva.
O ato de quem atacou seja lá o que for, é obviamente errado, inaceitável e reprovável, mas como disse, não há limites para infâmia, a atitude do Serra é uma das coisas mais sujas já feitas em uma campanha política contra os próprios eleitores deles, ou será que quem vota no Serra e no PSDB acredita que um rolo de fita adesiva, pode mandar alguém pro hospital e fazê-lo ausentar-se do trabalho?
Claro que não, nem fazer ou forjar uma tomografia pra justificar a tática da chantagem emocional pra comover as pessoas. È de uma falta de caráter sem igual, mas nada que eu não esperasse de uma pessoa como Serra. Ele acabou de inventar a catimba eleitoral, o período que ele morou no Chile deve ter aproximado o Serra de um ídolo bem peculiar, o goleiro banido do futebol por forjar uma agressão Roberto Rojas.
O saldo disso é que o pouco tempo que falta pra eleição e que poderíamos de fato estarmos acompanhando assuntos relevantes da população, para os diversos problemas do Brasil, estamos num ciclo vicioso de assuntos inexpressivos como aborto, religião, bolinha de papel e rolo de fita. A estratégia do terror volta a tona, o Serra diz ter medo que o maior dirigente do Brasil levantar suspeitas contra ele e o médico, mas o que ele queria, que o Lula lhe enviasse uma caixa de Band-aids? Ah não, não houve ferimento, foi grave, foi uma lesão interna, um traumatismo.
Se eu tivesse algum motivo pra votar no Serra essa de hoje me faria mudar de idéia, ele é podre.
Pra tudo na vida é preciso experiência e competência, até para ser oposição. Antigamente o PT fazia campanha eleitoral direcionando a maior parte do trabalho e do tempo pra denunciar os esquemas de corrupção dos partidos da situação e os erros cometidos por eles. O raciocínio do PT na época batia exatamente com o que eu penso até hoje, porque se você mostra que quem está no poder só age em causa própria, o povo tenderia a querer trocar, mas por incrível que possa parecer, o povo não gosta desse tipo de atitude.
Nesta eleição, o PSDB comendo poeira nas pesquisas desde que a Dilma assumiu a liderança, resolveu ser o PT de antes, e a partir do início do horário eleitoral passaram a atacar, denunciar e criar assuntos polêmicos contra os adversários, mas erraram a mão, se perderam, caíram no ridículo e no mau-caratismo. Apoiados por parte da imprensa elitista e corporativista pela classe alta e a classe média. Esta que ganha salário, mas gosta de viver como se fossem ricos e votam como ricos, e que eu chamo de “falsa elite”, eles odeiam o PT mesmo que tenham melhorado de vida durante o governo Lula.
O Duda Mendonça, marqueteiro antigo de políticos, lutou muito pra conseguir pôr na cabeça do Lula que resistiu, mas acatou, que atacar adversários, os faz perder votos, mas não faz quem ataca os ganhar e coincidência ou não desde que ele mudou para a versão que ele nomeou “Lulinha da Paz”, não perdeu mais.
Time que está ganhando não se mexe, e o Lula passou essa estratégia pra Dilma, de ser calma, controlada, responder com elogios aos insultos. Mas eles não contavam que o PSDB desesperado em ver que vão comer na mão do PT mais 4 ou 8 anos, descambaram a atacar a Dilma por todos os lados com as mais escabrosas denuncias e também com fatos verídicos.
O PT se manteve na moita, esperando o mesmo efeito de antes, o PSDB só ataca, logo vão tomar uma piaba no primeiro turno, mas o inesperado foi que a classe média consumidora de vários meios de comunicação, principalmente da internet, abraçou a causa, bem como a imprensa podre como a Veja, Exame, Folha de São Paulo e Estadão que seguiram publicando os ataque e notícias parciais contra a Dilma. Como a tática do PT era de deixarem atacar e não defender, o povo começou a assimilar tudo como verdade, quem cala consente, e a eleição ganhou um segundo turno.
A primeiro momento as medidas do PSDB deram resultados, o que eles não esperavam é que os votos que a Dilma perdeu migraram para Marina Silva e não pro Serra, que conseguiu pífios 32% dos votos contra 47% da Dilma. O segundo turno para os tucanos seria uma guerra, precisavam de 18% enquanto o PT somente 3%. Qual a única tática que sobrou? Ataques !!!
O PSDB escolheu o caminho da sordidez, passou a falar só de aborto e religião, das ligações políticas da Dilma com a Erenice e José Dirceu e das denuncias da quebra de sigilo fiscal de pessoas da família do Serra, que começou a subir nas pesquisas. Mas no primeiro debate a Dilma surpreendeu, mudou sua postura, mostrou ser a Dilma que todos esperavam, guerreira que não tem medo de cara feia e jogou no colo do Serra a bomba do Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, da Dersa e Rodoanel, dali em diante ela e o PT passaram a revidar ataques e retrucar com outras denuncias.
Foi então que o Serra em uma caminhada tumultuada pelos militantes dos dois partidos, é atingido por objetos atirados contra ele, primeiro uma inofensiva bolinha de papel e depois o não menos inofensivo rolo de fita adesiva.
O ato de quem atacou seja lá o que for, é obviamente errado, inaceitável e reprovável, mas como disse, não há limites para infâmia, a atitude do Serra é uma das coisas mais sujas já feitas em uma campanha política contra os próprios eleitores deles, ou será que quem vota no Serra e no PSDB acredita que um rolo de fita adesiva, pode mandar alguém pro hospital e fazê-lo ausentar-se do trabalho?
Claro que não, nem fazer ou forjar uma tomografia pra justificar a tática da chantagem emocional pra comover as pessoas. È de uma falta de caráter sem igual, mas nada que eu não esperasse de uma pessoa como Serra. Ele acabou de inventar a catimba eleitoral, o período que ele morou no Chile deve ter aproximado o Serra de um ídolo bem peculiar, o goleiro banido do futebol por forjar uma agressão Roberto Rojas.
O saldo disso é que o pouco tempo que falta pra eleição e que poderíamos de fato estarmos acompanhando assuntos relevantes da população, para os diversos problemas do Brasil, estamos num ciclo vicioso de assuntos inexpressivos como aborto, religião, bolinha de papel e rolo de fita. A estratégia do terror volta a tona, o Serra diz ter medo que o maior dirigente do Brasil levantar suspeitas contra ele e o médico, mas o que ele queria, que o Lula lhe enviasse uma caixa de Band-aids? Ah não, não houve ferimento, foi grave, foi uma lesão interna, um traumatismo.
Se eu tivesse algum motivo pra votar no Serra essa de hoje me faria mudar de idéia, ele é podre.
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